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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

16.09.2008 Senado aprova mudanças ...

Agencia Estado

Os participantes de consórcios de imóveis poderão utilizar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar prestações - e não apenas dar o lance inicial. A inovação consta de projeto de lei aprovado pelo Senado na noite de quarta-feira, que altera e consolida a regulamentação dos consórcios em geral.

De iniciativa do ex-senador Aelton de Freitas (PR-MG), a proposta é de 2003, já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e entrará em vigência logo que for sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O relator do projeto, Demóstenes Torres (DEM-GO), acredita que as mudanças, incluídas no texto de 49 artigos, "darão mais segurança aos consumidores". Ele citou como exemplo a determinação de que o patrimônio dos grupos de consorciados não pode se misturar com o patrimônio da empresa e vice-versa, o que acaba com a possibilidade de o consórcio ser inviabilizado pela falência da administradora.

Entre as novidades do projeto, o presidente nacional da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Rodolfo Montosa, citou a possibilidade, aberta pelo projeto, de utilização de carta de crédito de consórcio para quitação de financiamento habitacional, uma situação até agora não prevista nas normas do Banco Central. "Isto beneficiará, principalmente, os mutuários que desejem transferir o financiamento de seu imóvel para o consórcio e os consumidores que financiaram seu veículos a custo muito elevado", esclareceu.

Montosa aponta, ainda, entre as inovações do texto a possibilidade de abertura de grupos de consórcios de serviços, como os vinculados às áreas educacionais, para pagamento de cursos de pós-graduação, por exemplo, ou de saúde, para realização de cirurgia plástica ou qualquer outro procedimento médico.

Ele destacou ainda a mudança nos critérios para devolução do dinheiro dos que desistirem do consórcio. Segundo ele, pela nova sistemática, aquele que deixar o grupo e que já tenha pago cinco ou mais parcelas, receberá a devolução do que pagou participando dos sorteios nas assembléias mensais, ao lado dos participantes ativos em dia com suas obrigações.

"Ao ser sorteado, o excluído receberá o reembolso da importância investida a que tem direito", explicou. "A introdução dessa possibilidade confere a todos os participantes as mesmas condições de acesso ao crédito por meio de sorteios". Segundo ele, os desistentes que tiverem pago até quatro prestações serão reembolsados somente por ocasião do encerramento do grupo.
O presidente da Abac disse esperar que o projeto seja sancionado "na íntegra", nos próximos dias. "O que permitirá sua prática imediata, gerando mais segurança e tranqüilidade aos envolvidos", disse.

Fonte: A Tarde On Line


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Consórcio de Imóveis também pode ser usado para construção

Regras de utilização dos créditos nesses casos são um pouco diferentes das usadas em compras de imóveis novos ou usados

Nem todo mundo sabe, mas o consórcio de imóveis também pode ser usado para reformas e construção. Para estes fins, os valores contemplados vão sendo liberados conforme o cronograma físico-financeiro da obra. Basta um pouco de planejamento para se beneficiar do sistema, que não tem juros.

A diretora superintendente da Ademilar Consórcio de Imóveis, Tatiana Reichmann, explica que, para fins legais, a obra é acompanhada pelo consórcio, para verificar a execução das etapas programadas e conseqüente liberação de valores para as fases restantes. Se o valor do crédito for menor que o da obra, o comprador pode complementá-lo com recursos próprios ou mesmo adquirir outra cota, aguardando a contemplação para finalizar o projeto.

Conforme as regras do Banco Central, em caso de construção, 10% do valor do crédito contemplado fica retido com a administradora do consórcio até a averbação da obra (o tradicional Habite-se). Após a apresentação do documento, o consorciado recebe o resíduo para executar detalhes finais ou quitar outras despesas decorrentes da obra.

Se for preciso comprar o terreno para a construção, também é possível usar o consórcio. Nesses casos, o crédito do valor do terreno é liberado de uma só vez. Depois, para a obra, as regras são as mesmas descritas acima.

No caso de reformas, as regras são mais simples. O próprio imóvel funciona como garantia do pagamento e o dinheiro é liberado de uma só vez. Apenas o valor do imóvel a ser reformado deve ser maior do que o valor a ser utilizado na reforma.


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Negócios na Feira de Imóveis chegam a R$ 60 milhões

Os negócios realizados e iniciados dentro da Feira de Imóveis do Paraná, encerrada no último domingo, totalizarão volume de cerca de R$ 60 milhões, ante os R$ 55 milhões projetados inicialmente pela Ademi-PR (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), promotora do evento. A feira foi realizada de 13 a 17 de agosto, no Estação Embratel Convention Center, em Curitiba, e reuniu 60 expositores, que apresentaram mais de dez mil imóveis de Curitiba, região metropolitana, litoral do Paraná e litoral de Santa Catarina.

O montante, que é calculado com base no que já foi realizado e no que ficou engatilhado para os próximos dias, surpreendeu a Ademi e os próprios expositores. É reflexo do sólido crescimento do mercado imobiliário, que levou à feira público realmente interessado em comprar. Prova disso é que o evento teve recorde de negócios, mas com menos visitantes do que na edição passada. Foram 26.340 pessoas ante as 29.208 de 2007. "Tivemos menos público, mas quem foi à feira estava bem focado em pesquisar e comprar seu imóvel, o que refletiu no montante de R$ 60 milhões. No ano passado, mesmo com mais pessoas, fechamos R$ 45 milhões em vendas", avaliou o presidente da Ademi-PR, Hugo Peretti Neto, atribuindo às fortes chuvas nos primeiros dias do evento o principal motivo para a queda no número de visitantes.

Para Hugo, o maior interesse tem a ver com o momento do mercado. "Os juros mais baixos, a maior oferta de linhas de financiamento, os maiores prazos para pagamento e os vários lançamentos das construtoras incentivam as pessoas a comprarem imóveis para morar ou investir", disse Hugo, dizendo que no estande da construtora Hugo Peretti, da qual é diretor, a procura por imóveis foi 25% superior em comparação com a feira de 2007.

Os expositores seguem a mesma linha de raciocínio. Para o gerente de vendas da Invespark, Gilberto Nascimento, mesmo com menos visitantes no estande, a empresa conseguiu resultado 30% maior este ano em relação a 2007. "Vendemos 20 unidades dos nossos apartamentos compactos, com volume de cerca de R$ 2 milhões. Isso foi 30% a mais do que em 2007, superando as nossas expectativas, que era crescimento de 20%".

No consórcio de imóveis Ademilar o resultado também superou o obtido no ano passado. Os créditos de consórcio vendidos (a serem retirados com a contemplação dos consorciados) somaram R$ 3,8 milhões. Segundo a diretora da empresa, Tatiana Reichmann, a expectativa até o final de agosto é que atinjam R$ 4,5 milhões. Na feira de 2007, o valor vendido durante o evento foi de R$ 2 milhões. "Esse crescimento reflete o aquecimento do mercado imobiliário e a busca por investimentos mais seguros, como são os imóveis", diz.

Na Paysage Condomínios foram "amarradas" 24 propostas de negócios, das quais pelo menos 18, segundo o diretor Juliano Hinz Maran, serão fechadas nos próximos dias. "Significa 20% a mais do que os resultados de 2007", aponta.

Para Jerônimo A. dos Anjos, gerente de vendas da Embracon e gestor do Consórcio de Imóveis Apolar, a participação no evento foi satisfatória. "Nossa meta era comercializar algo em torno de R$ 5 milhões em créditos imobiliários durante a feira. Realizamos uma parte disso em nosso estande, sendo que a outra parte nós pretendemos alcançar com as visitas marcadas por nossa equipe de vendas".

Na concepção de Jacirlei Santos, diretor de marketing da Casteval Construção e Incorporação, o evento foi o melhor que a empresa teve nos últimos anos. Isso porque, de acordo com ele, o público apresentou grande interesse na aquisição de imóveis. "O número de cadastros fizemos nessa edição foi até inferior em relação ao ano passado. Porém, achamos que são pessoas mais comprometidas, com as quais podemos fechar negociações na seqüência", coloca.

O diretor da Hartmann Imóveis, Milton Hartmann, pensa da mesma forma. Para ele, a grande surpresa da feira foi a qualidade dos clientes. "Teremos pelo menos um mês de trabalho com a prospecção que fizemos na Feira de Imóveis. Os visitantes vieram realmente com o intuito de fechar negócios", afirma. Hartmann conta que a meta da empresa era vender 15 imóveis e acredita que nas próximas duas semanas esse número deverá ser alcançado. "Esperamos somar R$ 2 milhões em imóveis vendidos, 40% a mais que na edição passada", diz.

Com perspectivas semelhantes, Ilso José Gonçalves, diretor da JBA Imóveis, declara que nesta edição as pessoas se demonstraram mais bem informadas e já com condição de compra. "Vendemos dois imóveis no evento e todos os nossos corretores estão com visitas marcadas para durante a semana. A prospecção que fizemos foi boa, pois cadastramos pelo menos 300 clientes por dia em nosso estande", relata.

Segundo Gilda Ilze Hinz, sócia-gerente da H2a Imóveis, o evento trouxe uma nova clientela para a empresa. "Durante nossa presença, angariamos mais de 20 negócios, sendo que seis deles foram fechados no próprio estande. Isso soma R$ 1,5 milhão, mas ainda esperamos conseguir mais R$ 3 milhões no pós-feira", conta.

Para Luiz Rodrigo Castro Santos, diretor comercial do Grupo LN, a Feira de Imóveis já é consagrada pela prospecção de novos clientes e pelos fechamentos futuros que proporciona. Segundo ele, em 2008 a feira trouxe um público de muita qualidade, ou seja, realmente interessado em comprar. Isso movimentou não só os estandes, mas também os plantões de vendas da construtora. "Em um deles, tivemos um aumento de 100% no número de visitantes habitual do final de semana", completa.

A Redeimóveis, associação que reúne 12 das principais imobiliárias de Curitiba (Tha, Moro, Habitec, Imoveltec, Futurama, Razão, Cilar, Cibraco, Galvão, Galvão Vendas, Estilo e 2000), além de iniciar negócios para sua carteira de 2.500 imóveis, também conseguiu prosseguir com a sua campanha de angariação. "Fizemos bons contatos com proprietários para deixar seus imóveis com as nossas imobiliárias, pois terão a certeza de tranqüilidade e segurança nos negócios", disse Luiz Valdir Nardelli, presidente da Redeimóveis, que oferece o 0800 645 3094 para quem quer deixar seus imóveis para venda ou locação".

O estande da CAIXA na Feira de Imóveis também foi muito procurado pelo público em busca de informações a respeito de financiamento e consórcio imobiliário. A instituição financeira contabilizou 1080 atendimentos e simulações, envolvendo mais de R$ 132 milhões em volume de negócios. De acordo com o gerente regional da CAIXA, Alvaro Luiz Martins, a participação no evento teve um resultado muito positivo. "Auxiliamos as famílias na identificação do imóvel de acordo com as suas possibilidades financeiras, a partir da simulação personalizada", afirma.

Fonte: Paranashop


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07.08.2008 Ademilar lança novo grupo na feira de imóveis do PR

Com créditos que vão de R$ 50 mil a R$ 150 mil, um novo grupo de consórcio será lançado pela Ademilar Consórcio de Imóveis durante a Feira de Imóveis do Paraná, que acontece de 13 a 17 de agosto, no Estação Embratel Convention Center, em Curitiba. Os visitantes também poderão adquirir em caráter especial consórcios em andamento, com prazos mais curtos. Haverá ainda um "bônus surpresa" para clientes que fecharem negócio durante a feira. Quem se cadastrar no estande, concorrerá a um notebook. Com base no crescimento constante no segmento de consórcios de imóveis e no aquecimento do mercado imobiliário, a expectativa de Tatiana Reichmann, diretora da Ademilar é fechar pelo menos 30% mais negócios na Feira deste ano.

A Ademilar cresceu nada menos que 27,5% em vendas no primeiro semestre deste ano. Com sede em Curitiba e filiais em Santos (SP) e Joinville (SC), também aumentou o valor médio das cotas vendidas, passou de R$ 69 mil no ano passado para R$ 79 mil neste ano. Isso indica não apenas a valorização dos imóveis no mercado, mas também o aumento do interesse em imóveis de maior valor, uma vez que o consorciado pode adquirir várias cotas, somando até R$ 500 mil em créditos.

No perfil do consorciado, percebeu-se uma mudança nos últimos anos. Aumentou expressivamente o número de pessoas interessadas em utilizar o consórcio para investir. Ao ser sorteado, o investidor tem algumas alternativas. Pode vender a cota sorteada, ganhando mais do que pagou. Também pode adquirir um imóvel para alugar e com o valor do aluguel, pagar as parcelas restantes do consórcio, fazendo o imóvel "se pagar" e conquistando uma fonte de renda. Ou comprar um imóvel na planta com negociação à vista, para revendê-lo depois que estiver pronto, por um valor maior. Para obter essas vantagens, basta ter disciplina e nisso também o consórcio ajuda, pois aparece como uma "poupança forçada".

Todos os detalhes sobre como funciona o consórcio de imóveis estão no site www.ademilar.com.br.

Fonte: Revista Fator


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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Ademilar Perguntas Frequentes

Estas são algumas das perguntas mais freqüêntes feitas pelos clientes e sobre quem procura o Consórcio de Imóvel Ademilar:

1 São aceitos imóveis e carros como pagamento de lance?
Não, pois o lance deve ser quitado em dinheiro.

2 A Ademilar já possui imóveis pré-definidos?
Não, a escolha do imóvel fica a critério do cliente.

3 Quais são os documentos necessários para aquisição de uma cota de consórcio?
Apenas RG e CPF.

4 Podem-se utilizar duas cartas de créditos para aquisição do mesmo imóvel?
Sim, desde que o valor do imóvel garanta o valor das duas cartas.

5 Os valores são fixos ou existe alguma correção?
Há uma atualização anual de crédito e proporcionalmente da parcela, para que o poder de compra não seja reduzido.

6 Quanto é a taxa de administração e existe mais alguma taxa?
A média da taxa de administração é de 0,11% ao mês. Além desta, será cobrado apenas o seguro de vida, que é uma segurança para sua família, pois na falta do titular da cota, o seguro quitará o saldo devedor.

7 Após a contemplação existe um tempo mínimo para aquisição do bem?
Não, o crédito ficará aplicado até o momeno da compra do imóvel.

8 Como posso usar o F.G.T.S.?
Para lance ou como complemento da carta de crédito quando da aquisição do bem, respeitando as normas da Caixa Econômica Federal.

9 Em quanto tempo serei contemplado ?
A contemplação poderá ocorrer a partir da primeira assembléia de participação. É claro que manter as parcelas rigorosamente em dia, aumentarão suas chances pois que nao estiver em dia, não participará do sorteio ou do lance.

10 Quantos clientes são contemplados por grupo mensalmente?
A prioridade será por sorteio. Após está contemplação, ocorrerão contemplações, por lance e todas ficam condicionadas a disponibilidade de recursos financeiros arrecadados pelo grupo.

11 Posso utilizar o crédito para construção? e como funciona ?
Sim o crédito é liberado conforme cronograma fisico-financeira da obra.

12 Se o imóvel for de valor inferior a minha carta?
A diferença que a sobra poderá ser utilizada para reduzir seu saldo devedor, pagar despesas de documentaçoes.

13 Posso comprar um imóvel de valor maior que minha carta ?
Sim, sendo que a diferença deverá ser paga com recursos próprios pois não poderá ter duas alienações no mesmo imóvel.

14 Que tipo de imóvel poderei comprar com o crédito da Ademilar ?
Após a contemplação você poderá comprar qualquer imóvel a nível nacional, desde que esteja livre de qualquer ônus e seja passível de alienação.

15 Como funciona o consórcio Ademilar?
Você escolhe um valor de crédito, que pode variar de 30 mil a 500 mil, investe uma parcela mensalmente e através de sorteio ou lance será contemplado com o crédito escolhido.

16 Antes de ser contemplado pagarei parcelas mensais, que já valem como quitação do imóvel?
Sim, todas as parcelas pagas já serão deduzidas do valor futuro a pagar.


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Consórcio vira alternativa de investimento

Brasileiros poupam mais em consórcio do que em cadernetas

Hoje, 60% dos clientes de consórcio de imóveis compram a cota para investir. Os outros 40% querem construir, reformar, comprar casa na praia ou o primeiro imóvel. A informação é da Ademilar, primeiro consórcio de imóveis a operar no Brasil, com sede em Curitiba e filiais em Santos-SP e Joinville-SC, com base em seus cinco mil clientes. Esse perfil é bastante diferente do obtido 17 anos atrás na empresa, quando 89% dos clientes queriam comprar a casa própria.

Ao contrário do que muita gente pensa, o investimento em consórcio não envolve grandes quantias. "Controlando pequenos gastos e poupando cerca de R$ 10,00 por dia, é possível investir numa cota para um crédito de R$ 50 mil", analisa Tatiana Reichmann, diretora da Ademilar. Ao ser sorteado, o investidor tem algumas alternativas. Pode vender a cota sorteada, ganhando mais do que pagou. Também pode adquirir um imóvel para alugar e com o valor do aluguel, pagar as parcelas restantes do consórcio, fazendo o imóvel "se pagar" e conquistando uma fonte de renda. Ou comprar um imóvel na planta com negociação à vista, para revendê-lo depois que estiver pronto, por um valor maior. Para obter essas vantagens, basta ter disciplina e nisso também o consórcio ajuda, pois aparece como uma "poupança forçada".

Foi o que fez o empresário Tiago Forner, 29 anos, residente em Curitiba. No ano passado, ele adquiriu duas cotas no valor de R$ 100 mil cada na Ademilar. "Já tenho dois imóveis, um herdado e outro que adquiri num negócio de ocasião. Agora quero pensar num para residência ou para alugar. Não descarto, também, a possibilidade de vender a carta contemplada, caso haja uma boa oferta", explica ele. O atrativo, na opinião do empresário, é a segurança e a ausência de juros, que torna o consórcio acessível. "Quero ter um investimento seguro e sem burocracia", completa.

A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) também notou o crescimento de pessoas interessadas em investir através de consórcios e lançou uma cartilha sobre o assunto. Segundo ela, graças ao consórcio, o hábito de poupar vem crescendo no Brasil. Enquanto a caderneta de poupança precisou de 78 milhões de correntistas para arrecadar 235 bilhões de reais, o sistema de consórcios, com dois milhões de contemplados, conseguiu poupar 27 bilhões de reais. Em outras palavras, no consórcio as pessoas poupam 4,5 vezes mais do que na caderneta de poupança. Ao aderir a uma cota, o consorciado assume perante si e perante o grupo o compromisso de destinar uma parcela de seu rendimento mensal para poupar.

DICAS PARA INVESTIR EM CONSÓRCIO

  • Faça uma planilha de orçamento familiar. Em uma coluna, coloque os rendimentos. Na outra, todas as despesas fixas e variáveis. Veja o que sobra para poupar. Tenha o hábito de anotar todos os gastos, mesmo os pequenos, para identificar onde pode cortar despesas que podem ser destinadas à poupança.
  • Escolha uma administradora de consórcio segura e experiente. Se tiver dúvidas, consulte do site do Banco Central (www.bc.org.br) e veja as empresas autorizadas a operar nesse segmento.
  • Com o valor que deseja poupar já definido, veja o valor da cota que pode adquirir. Escolha como quer pagar, na Ademilar há planos flexíveis que permitem parcelas menores até a contemplação, ou fixas durante todo o período, apenas com o reajuste anual conforme o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção); ou ainda com uma entrada maior e o restante fixo (também com correção anual do INCC).
  • Quando contemplado - por sorteio ou por lance - você terá direito à Carta de Crédito para adquirir seu imóvel quando e de quem lhe parecer mais conveniente. A Carta de Crédito é dinheiro vivo, e com status de quem está comprando à vista, você tem mais poder de barganha, então negocie bem para beneficiar-se do maior desconto possível.

Mais informações sobre consórcios de imóveis podem ser obtidas no site www.creditoparaimoveis.com.br ou www.abac.org.br.

Fonte: Time Comunicações


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Cada Vez Mais Consumidores Investem Consórcio de Imóveis

Cada vez mais brasileiros estão investindo em consórcio de imóveis com objetivo de comprar, construir ou reformar casas, apartamentos ou imóveis comerciais em qualquer lugar do País. Prova desse crescimento é que a Ademilar, primeiro consórcio de imóveis a operar no Brasil, que está abrindo sua nova filial em Santos, e tem sede em Curitiba, vendeu em tempo recorde - dois meses - seus dois últimos grupos e está lançando mais um, com parcelas a partir de R$ 290,00, aproximadamente. A nova filial em Santos está localizada no moderno Centro Empresarial Viseu (Rua São José, 38, cj. 217, Embaré) e tem à frente Aderson Pamplona, profissional que atua há 30 anos no mercado de consórcios. O atendimento da empresa será estendido a toda Baixada Santista.

O consórcio pode ser usado para adquirir imóveis novos e usados, residenciais ou comerciais, na cidade, no campo ou na praia, e também para construir ou reformar. Os prazos para pagamento variam e podem chegar na Ademilar a 150 meses. Uma das vantagens é o sistema flexível de pagamento: é possível optar por parcelas reduzidas até a contemplação.

Sem juros e com parcelas acessíveis, o consórcio é a modalidade mais econômica para aquisição de bens, pois permite que o participante se beneficie da compra pelo preço à vista, pagando a prazo. Quando contemplado, por sorteio ou lance, o consorciado recebe uma Carta de Crédito para adquirir o imóvel onde, quando e de quem quiser. Por isso, a Carta de Crédito é dinheiro vivo e dá ao consorciado poder de negociação.

Atuando no mercado de imóveis desde 1991, a Ademilar já atendeu mais de 15 mil famílias em busca da casa própria ou de investimentos. Hoje, a empresa entrega mais de um imóvel ao dia na forma de cartas de crédito para consorciados contemplados.


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